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Responsabilidade Social

  


Intervenção APPDA Viseu - Nova sala para brincadeiras das crianças com a ajuda da Macovex...

Era uma sala de brincadeiras cujos tacos estavam todos soltos e tinham sido colados com alcatrão, pelo que era uma sala sem a mínima higiene, e por mais que tentássemos limpar nunca se sentia que oferecesse condições de segurança para as nossas crianças, pois, elas próprias viravam os tacos deixando toda a sujidade à vista.

Intervenção Mãos Unidas P. Damião (Madre Rita) - Fornecimento de tintas e materiais de bricolage...

A Associação Portuguesa de Solidariedade Mãos Unidas P. Damião, também designada por MÃOS UNIDAS P. DAMIÃO – PORTUGAL, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) e uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD) reconhecida como Pessoa de Utilidade Pública.

Intervenção na Associação Portuguesa de Solidariedade Mãos Unidas P. Damião - Macovex ajuda com fornecimento de tintas para armazém de alojamento de doação de alimentos...

A Associação Portuguesa de Solidariedade Mãos Unidas P. Damião, também designada por MÃOS UNIDAS P. DAMIÃO – PORTUGAL, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) e uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD) reconhecida como Pessoa de Utilidade Pública.

Intervenção "Tuna Academica Infantuna Cidade de Viseu" - Fornecimento de pavimento flutuante para novas instalações...

No próximo dia 1 de Março de 2014, a Infantuna irá inaugurar a sua nova sede, localizada na antiga Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico de Rio de Loba.

É com muito agrado que a Macovex se associa a este evento, tendo contribuindo com a doação de pavimento flutuante para essas novas instalações.

"Terra Amada" - Macovex ajuda com a doação de materiais de construção para reabilitação de casas em Covas do Monte (São Pedro do Sul)...

Cinquenta jovens arquitetos, dez dias e a promessa de renovação de uma terra perdida na Beira Alta. Já há quem não durma com a expectativa.

Irene Rodrigues tem mais de 70 anos (não sabe ao certo quantos são) e nunca experimentou o que é ter uma casa-de-banho, um quarto ou uma cozinha.

Toma banho dentro de um alguidar de plástico azul e as necessidades fá-las “lá longe no campo”.

A sua casa não é mais do que uma assoalhada ampla, protegida por paredes de pedra, que a impede de esconder aquilo que raramente tem vontade de mostrar. “Estou sozinha, se vivesse com outra pessoa não podia tirar a roupa nem nada. Lavo-me numa bacia dentro de casa. Ainda agora estive a cortar o meu cabelo, aqui não há cabeleireiros. Se tosquio as cabras, também posso tosquiar o cabelo.”

O chão da casa está coberto de sacos de plástico e embalagens vazias, trapos e restos de comida. Quase sem mobília, destacam-se, o fogão, a mesa onde come, um colchão, um velho rádio Grundig e um espelho redondo e baço, cheio de dedadas, que assenta em cima da cómoda. “É uma casa pobre e velha como a mim”, resume.

Irene foi uma das habitantes da aldeia de Covas do Monte que abriu as portas à Terra Amada, uma iniciativa do curso de arquitetura da Universidade Católica de Viseu que pretende melhorar as condições de vida das aldeias serranas do concelho de S. Pedro do Sul, bem como conservar e reabilitar o património histórico em risco. Em troca, vai receber uma casa completamente nova com cozinha, casa-de-banho, quarto, sala, mobiliário, eletrodomésticos, portas e janelas. Nada ficará igual. “A senhora quando lá entrar nem vai reconhecer o local”, antecipa Ana Pinho, professora universitária e coordenadora do projecto

Depois da intervenção, a D. Irene vai viver pela primeira vez numa casa com cozinha e casa-de-banho. 

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